Leitura quadro a quadro de um swing de driver: movimento do corpo, ritmo, impacto e os dados do radar, comparados com o golfista amador médio, a LPGA e o PGA Tour. Medido com o referencial completo: grade, linhas centrais e diagonais.
Em uma frase: Swing eficiente e rápido: 102 mph de velocidade do taco, smash factor de 1,42 (~145 mph de bola) e 242 jardas de carry. O corpo faz o mais importante certo: a bola está na posição ideal, o quadril leva a descida, a cabeça fica atrás da bola no impacto e a finalização é equilibrada. O que mais pode render agora é o ritmo: o backswing é rápido (~2,2:1, Tour = 3:1). Um topo um pouco mais paciente dá tempo para completar o giro dos ombros.
Smash 1,42 e o quadril ~14 cm à frente no impacto, com a cabeça atrás da bola.
Backswing ~0,75 s para ~0,85 s, sem acelerar a descida. O swing nº 2 mostra que ele já faz isso.
De ~60° para perto de 80–90° no topo, mantendo a altura da cabeça.
| Medida | Valor |
|---|---|
| Velocidade do taco | 102 mph |
| Smash factor (bola ÷ taco) | 1,42 |
| Velocidade da bola (calculada: 102 × 1,42) | ~145 mph |
| Carry (estimado pelo radar) | 242 jd |
O The Stack mede as velocidades e estima o carry a partir delas; ele não mede ângulo de saída, spin nem direção. A velocidade da bola acima é calculada pelo smash factor.
No Driver nº 2, o mesmo 102 mph rendeu smash 1,38 e 237 jardas: o nº 1 teve o contato mais centrado dos dois (+4 mph de bola, +5 jardas).
Evolução: na sessão de 6 de outubro de 2026 (outro radar, 6 tacadas), a média de velocidade do taco foi de 91,8 mph. Hoje foram 102 mph: cerca de +10 mph em um mês. Como os aparelhos são diferentes, compare com cautela, mas o salto é grande.
| Medida | Marcelo · Driver nº 1 | Amador médio (hcp ~14,5) | LPGA Tour | PGA Tour |
|---|---|---|---|---|
| Velocidade do taco | 102 mph | 93,4 mph | 94 mph | 115 mph |
| Velocidade da bola | ~145 mph | — | 139 mph | 171 mph |
| Smash factor | 1,42 | — | ~1,48 | ~1,49 |
| Carry | 242 jd | — | 220 jd | 282 jd |
| Distância total | n/d | 214 jd | 246 jd | ~300 jd |
| Ritmo (backswing : descida) | 2,2:1 | — | ~3:1 | 3:1 |
Fontes: médias TrackMan de amadores e dos circuitos (driver); ritmo Tour: John Novosel, Tour Tempo. "—" = sem dado publicado comparável.
| Amadores por handicap (TrackMan) | Velocidade do taco | Distância total |
|---|---|---|
| 15–20 | 91 mph | 211 jd |
| 10–15 | 95 mph | 223 jd |
| 0–5 | 106 mph | 245 jd |
| Scratch ou melhor | 110 mph | 252 jd |
| Marcelo · Driver nº 1 | 102 mph | 242 jd só de carry |
Oito posições-chave. O alvo fica à esquerda da imagem.
| Medida (em relação ao address) | Topo | Impacto | Leitura |
|---|---|---|---|
| Cabeça, lateral | ~6 cm para trás | ~5 cm à frente | Bom carrega e fica atrás da bola |
| Cabeça, altura | ~9 cm acima | ~3 cm acima | Atenção sobe no topo, volta no impacto |
| Quadril, lateral | ~8 cm para trás | ~14 cm à frente | Bom transferência forte |
| Inclinação dos ombros | — | ~24° | Bom ombro de trás mais baixo |
| Giro de ombros (estimado) | ~60° | — | Margem Tour ~90° |
| Peso no pé da frente (finalização) | — | ~80% | Bom finaliza no lado da frente |
| Base / posição da bola | 1,3× os ombros · alinhada ao calcanhar do pé da frente | Ideal para o driver | |
| Grupo | Backswing | Descida | Proporção |
|---|---|---|---|
| Marcelo · Driver nº 1 | ~0,75 s | ~0,34 s | 2,2:1 |
| Marcelo · Driver nº 2 | ~0,86 s | ~0,28 s | 3,1:1 |
| PGA Tour (Tour Tempo, "24/8") | ~0,80 s | ~0,27 s | 3:1 |
Tempos tirados dos carimbos de cada quadro (60 fps), precisão de ~±0,03 s.
Com a câmera de frente não dá para medir o caminho do taco nem a direção da bola; o radar também não mede esses dados.
Confiança: alta no ritmo; moderada nas distâncias do corpo (±3 cm, uma câmera, escala pelos ombros); o giro de ombros é estimado pela vista frontal.
Conte em voz baixa: "um-dois" até o topo e "três" no impacto. 10 bolas por série, buscando o ritmo 3:1 do swing nº 2.
Sensação: o topo "espera" meio segundo a mais, a descida continua rápida.
No topo, as costas apontam para o alvo, com a cabeça na mesma altura do address.
Treino: taco cruzado no peito, girar até o ombro da frente ficar sob o queixo.
Continue começando a descida pelo quadril da frente. É a melhor parte deste swing.
A posição da bola e a base já estão no ponto. Repita a mesma preparação em toda tacada.
Próxima gravação: (1) câmera traseira normal (sem espelhar), (2) um segundo vídeo atrás do golfista, na linha do alvo, para ver o caminho do taco, (3) a altura do Marcelo para travar a escala e (4) se possível, um radar com ângulo de saída e spin.